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Mostrando postagens de abril, 2025

Pesquisa: obras "não-objeto" + artistas cinéticos

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 Lygia Clark Os "Trepantes" de Lygia Clark são esculturas flexíveis, em forma de espiral, que se entrelaçam e se adaptam a diferentes ambientes. Criados a partir dos anos 1960, estes objetos de metal ou outros materiais como borracha, buscam explorar a interação entre a arte e o espectador, promovendo uma experiência mais ativa e imersiva.  Características dos Trepantes: Flexibilidade e adaptação: As esculturas são feitas para se moldarem a diferentes espaços e superfícies, como troncos de madeira ou escadas.  Entrelaçamento: Os trepantes são projetados para se entrelaçar e criar novas formas e configurações, desafiando a ideia de uma obra de arte fixa.  Interação com o espectador: Lygia Clark buscava que o público se envolvesse ativamente com a arte, manipulando e transformando as esculturas.  Forma espiralada: A forma espiralada das esculturas contribui para a sua flexibilidade e capacidade de se adaptarem a diferentes espaços.  Materiais variados: Os tre...

Fichamento do texto sobre Não-Objeto

 Tema central: O conceito de "Não-Objeto" como uma nova forma de arte que vai além da pintura e escultura tradicionais, buscando ser algo mais direto, livre de molduras e bases, que se conecta com o mundo real e com quem vê a obra. Objetivo do autor: Explicar o que é o "Não-Objeto", como ele surge na evolução da arte moderna (especialmente a partir do cubismo), e mostrar como ele representa uma quebra com as ideias tradicionais de arte, como quadros e esculturas que representam coisas. Definição simples: O "Não-Objeto" não é uma coisa comum (como um lápis ou uma pera) nem o oposto de um objeto. É algo especial, como uma obra de arte que mistura sensações e ideias, sendo totalmente "transparente" para quem a vê, ou seja, fácil de sentir e entender sem barreiras. Não é representação: Diferente de um quadro que mostra um cavalo ou uma pessoa, o "Não-Objeto" não imita nada. Ele simplesmente é, como uma forma nova que aparece no mundo. Fora ...

Cubos SketchUp Experiência Imersiva

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Cubos SketchUp

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Desenhos de observação

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Analise crítica: composição e colagem abstrata

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 COMPOSIÇÃO ABSTRATA Tem-se aqui uma composição em tons de preto, branco e cinza, repleta de texturas e significados táteis. A imagem lembra um mosaico sentimental, com objetos banais posicionados de maneira estratégica, criando uma narrativa emocional de tempo, casa e pertencimento, como se contasse uma história. COLAGEM ABSTRATA A colagem lembra o movimento do modernismo pop, com cores chapadas e vibrantes que disputam espaço com formas circulares e orgânicas (ou seja fluidas, naturais e irregulares, sem linhas retas ou ângulos rígidos), delimitadas por linhas pretas ondulantes. É possível perceber texturas diferentes, como o mármore, simulando profundidade e pesos dentro de um campo plano.

Desenhos isométricos e linhas de construção

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Análise Crítica

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PRIMEIRA COMPOSIÇÃO   Nessa primeira imagem, temos uma espiral que lembra um pouco um túnel infinito, dando a impressão de profundidade e mistério pelo jogo de luz e sombras que compõem a figura. Na segunda imagem, ainda seguindo a ideia de uma espiral, temos uma figura que lembra um flor. Ao contrário da primeira, que parecia nos levar para o seu interior, essa parece liberar algo para fora, à medida que a espiral vai abrindo e se exteriorizando. Já na terceira imagem, há uma ruptura no padrão. O que antes era fluido e conciso, agora remete a algo caótico e fragmentado, exemplificado pelo papel cortado, que parece estar em movimento.  SEGUNDA COMPOSIÇÃO Na primeira imagem da segunda composição, o vidro perfurando a superfície dá uma sensação de ruptura, ao passo que, devido a luz emanada do ponto cortado, há uma concepção de iluminação vinda de dentro, ou de fora, dependendo da perspectiva. Na segunda imagem, fica evidente o reflexo do espelho, que agora com menos cacos e pos...

Colagem Abstrata

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Parágrafo sobre o texto

  No texto, é retratada a ideia de que os objetos — como máquinas, aparelhos e tecnologias —passaram a mandar mais do que os próprios seres humanos. O autor imagina que os objetos ganharam consciência e se reuniram para falar sobre seus direitos, como se fossem gente. Com isso, ele critica o quanto a gente depende das coisas que inventou, como o celular, a TV, o computador, e até deixa que elas tomem decisões por nós. Em vez de usarmos os objetos, parece que são eles que nos usam. O texto faz a gente pensar se ainda temos controle sobre a tecnologia ou se estamos só seguindo o que os aparelhos nos dizem para fazer, deixando claro que precisamos acordar e pensar mais sobre o papel que damos às máquinas na nossa vida.

Colagem digital abstrata

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Pesquisa dos Fotógrafos

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  Berenice Abbott  Na Brooklyn Bridge, Abbott apresentou um século de história em uma única imagem. A ponte, que é uma maravilha da engenharia moderna, parece escura e pesada quando comparada com a estrutura abaixo dela. Enquanto o canteiro de obras ao centro sugere, para ela, um ciclo sem fim de morte e regeneração. Já no horizonte, a gente tem Manhattan, em um tom bem mais claro e quase sem peso em comparação à ponte, se encontrando completamente fora de alcance e demonstrando o ambicioso espírito do modernismo americano.  Por fim, bem no primeiro plano, nós temos um prédio claramente de uma época anterior à outras construções representadas na imagem, o que mostra, justamente, o objetivo de Berenice Abbott em unir o presente ao passado, capturando em uma imagem o seu contínuo desaparecimento, ao passo que expõe o contraste entre o velho e o novo. Edmund Collein Na foto está a escola de Bauhaus, onde ele estudou. A imagem brinca com a luminosidade que vem de dentro da es...

Composição Fotográfica

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