Análise Crítica


PRIMEIRA COMPOSIÇÃO


 

Nessa primeira imagem, temos uma espiral que lembra um pouco um túnel infinito, dando a impressão de profundidade e mistério pelo jogo de luz e sombras que compõem a figura.

Na segunda imagem, ainda seguindo a ideia de uma espiral, temos uma figura que lembra um flor. Ao contrário da primeira, que parecia nos levar para o seu interior, essa parece liberar algo para fora, à medida que a espiral vai abrindo e se exteriorizando.

Já na terceira imagem, há uma ruptura no padrão. O que antes era fluido e conciso, agora remete a algo caótico e fragmentado, exemplificado pelo papel cortado, que parece estar em movimento. 


SEGUNDA COMPOSIÇÃO


Na primeira imagem da segunda composição, o vidro perfurando a superfície dá uma sensação de ruptura, ao passo que, devido a luz emanada do ponto cortado, há uma concepção de iluminação vinda de dentro, ou de fora, dependendo da perspectiva.

Na segunda imagem, fica evidente o reflexo do espelho, que agora com menos cacos e posicionados de uma maneira mais simples, dá uma sensação silêncio, em uma figura mais minimalista e serena.

A terceira imagem retoma a primeira, mas em uma perspectiva diferente. Agora, é possível ver o ponto de ruptura da superfície, de modo que, com o reflexo dos cacos no espelho, pareçam sair rachaduras dele. Diferente da primeira, que grita caos e destruição, a simetria dessa figura a deixa com um aspecto quase calculado de ruptura.

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