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Quem sou eu

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   Meu nome é Isabela Brito Colen. Tenho 21 anos e nasci em Teófilo Otoni, no interior norte de Minas Gerais. Entretanto, apesar de esta ser minha cidade natal, não morei lá por muito tempo. Com apenas seis meses de vida, mudei junto aos meu pais para Belo Horizonte, onde cresci e vivi durante toda a minha vida.   Desde criança eu dizia que seria arquiteta. Amava desenhar, principalmente casas e cômodos, e amava decorar. Falta de criatividade nunca foi um problema pra mim. No entanto, no ensino médio, comecei a mudar de ideia, provavelmente por um influência indireta da minha melhor amiga, que queria fazer medicina. Aos poucos, o curso foi entrando na minha cabeça, até que eu decidi: eu queria ser médica. Depois de anos dizendo que faria arquitetura, simplesmente mudei de ideia. Mas não pense que foi da noite pro dia. Não foi. Infelizmente,   “ pensar demais ”   continua sendo um problema pra mim. Levei muitas coisas em consideração nessa decisão, e talvez por u...

Desenhos de observação

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Portfólio

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https://heyzine.com/flip-book/f300516e11.html https://drive.google.com/file/d/1auokp35H9Qq8b2I52syAoUj2bY_JftG9/view?usp=drivesdk  

Não-Objeto Procissão

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Não-Objeto Exploratório

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Corpo no Espaço

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Sketch Up Sensitivo

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Fichamento: "Design: Obstáculo para remoção de obstáculos?"

  Argumento principal: O texto de Flusser aborda a questão de que objetos são criados, frequentemente, para remover obstáculos. No entanto, dependendo de sua função para cada indivíduo, ou no caso, da falta dela, o objeto criado acaba se tornando um obstáculo.  Ele debate que, ao se criar um objeto, é necessário pensar não apenas no uso imediato, mas também nos impactos para as futuras gerações, agindo como mediações entre as pessoas, proporcionando o diálogo e a liberdade cultural, não apenas como algo útil.  Perguntas criadas em aula: 1. Por que os objetos resistem às intenções dos designers de torná-los cada vez mais úteis? 2. Qual é a contradição dentro da dependência humana em relação aos objetos de uso? 3. Como Flusser define o termo “objeto”?